quinta-feira, 29 de abril de 2010

O BOM VENDEDOR



Você é um bom vendedor ?

Um garotão inteligente, vindo da roça, candidatou-se a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado ali.

O gerente perguntou ao rapaz:

- Você já trabalhou alguma vez?

- Sim, eu fazia negócios na roça.

O gerente gostou do jeitão simples do moço e disse: Pode começar amanhã, no fim da tarde venho ver como se saiu.
O dia foi longo e árduo para o rapaz.

Às 17h30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua Produtividade e perguntou:

- Quantas vendas você fez hoje?
- Uma!

- Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia.

- De quanto foi a sua venda?

- Dois milhões e meio de reais.

- Como conseguiu isso?

- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande.

Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa. Para pescaria pesada, sabe. Perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então o acompanhei até a seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha.
Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas.
Perplexo, o gerente perguntou:
- Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?

-Não senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher, e eu disse: 'já que o seu fim de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar?

terça-feira, 27 de abril de 2010

PIADA

Raimundo e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar o quarto aniversário de casamento.
De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho más notícias.
Problemas graves nos motores, vamos tentar um pouso de emergência.
Há uma ilha não catalogada nos mapas, logo abaixo de nós e vamos aterrissar na praia.
Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:
- Isto aqui, parece o fim do mundo, é improvável a possibilidade de resgate. Talvez tenhamos que viver nessa ilha pelo resto de nossas vidas!
Nessa hora, Raimundo pergunta para a mulher:
- Maria, você pagou a prestação do ARMAZEM PARAÍBA este mês?
- Ai, me perdoa Raimundo. Com essa história de viagem, esqueci completamente!
Raimundo, eufórico, agarra a mulher e tasca-lhe um beijão, o melhor de todo o casamento.
A Maria não entende e pergunta:
- Raimundo por que você me beijou desse jeito?
E ele responde eufórico:
- ELES VÃO NOS ACHAR !...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

TOSTÃO EX-JOGADOR DE FUTEBOL



O texto abaixo foi escrito por TOSTÃO, ex-jogador de futebol, comentarista esportivo, escritor e médico, e foi publicado em vários jornais do Brasil:

”Na semana passada, ao chegar de férias, soube, sem ainda saber detalhes, que o governo federal vai premiar, com um pouco mais de R$ 400 mil, cada um dos campeões do mundo, pelo Brasil, em todas as Copas.

Não há razão para isso. Podem tirar meu nome da lista, mesmo sabendo que preciso trabalhar durante anos para ganhar essa quantia.

O governo não pode distribuir dinheiro público. Se fosse assim, os campeões de outros esportes teriam o mesmo direito. E os atletas que não foram campeões do mundo, mas que lutaram da mesma forma? Além disso, todos os campeões foram premiados pelos títulos. Após a Copa de 1970, recebemos um bom dinheiro, de acordo com os valores de referência da época..

O que precisa ser feito pelo governo, CBF e clubes por onde atuaram esses atletas é ajudar os que passam por grandes dificuldades, além de criar e aprimorar leis de proteção aos jogadores e suas famílias, como pensões e aposentadorias.

É necessário ainda preparar os atletas em atividade para o futuro, para terem condições técnicas e emocionais de exercer outras atividades.

A vida é curta, e a dos atletas, mais ainda.

Alguns vão lembrar e criticar que recebi, junto com os campeões de 1970, um carro Fusca da prefeitura de São Paulo. Na época, o prefeito era Paulo Maluf. Se tivesse a consciência que tenho hoje, não aceitaria.

Tinha 23 anos, estava eufórico e achava que era uma grande homenagem.

Ainda bem que a justiça obrigou o prefeito a devolver aos cofres públicos, com o próprio dinheiro, o valor para a compra dos carros.

Não foi o único erro que cometi na vida. Sou apenas um cidadão que tenta ser justo e correto. É minha obrigação.”

Tostão

“ISTO SIM É QUE É HONESTIDADE, LEALDADE, DIGNIDADE, QUE OS NOSSOS POLÍTICOS DEVIAM TER, MAS NÃO TÊEM”.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

POLYANA AGORA É FEDERAL, PARABÉNS !


A minha esposa, Polyana Dias Miranda Brandão, foi aprovada em primeiro lugar, no último concurso do IFPI - Instituto Federal do Piaui (antigo CEFET-PI), para o cargo de Professora efetiva em regime de dedicação exclusiva, na área de Contabilidade. Aproveito o ensejo para parabenizá-la pela vitória e desejar-lhe muito sucesso nessa nova etapa da sua vida !
Polyana foi professora substituta e Coordenadora do Curso de Contábeis da UESPI - "Campus de Floriano" durante o período de dois anos. Atualmente, estava exercendo o cargo de Professora substituta nos Cursos de Contabilidade do Colégio PREMEN.
Parabéns Polyana, você fez bonito, portanto é merecedora dessa brilhante conquista !
DEUS é Fiel !
MARCELLO BRANDÃO, MARIANA E MARCELLINHO !

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O EXEMPLO DE VIDA DE JOSÉ ALENCAR





Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos, deu início a mais uma batalha contra o câncer. É o 11º tratamento ao qual ele se submete na tentativa de controlar o sarcoma, um câncer agressivo e recidivo, diagnosticado pela primeira vez em 2006.
A abordagem de agora consiste em quatro sessões semanais de quimioterapia. A químio foi decidida pelos médicos uma vez que o câncer de Alencar, com vários nódulos na região do abdômen, não respondeu a uma medicação ainda em fase experimental, em testes no hospital MD Anderson, centro de excelência em pesquisas oncológicas, nos Estados Unidos. Desde o início desse tratamento, em maio, o sarcoma cresceu cerca de 30%. A químio é uma tentativa de conter o alastramento do tumor.
Visivelmente abatido, quase 10 quilos mais magro, Alencar recebeu a repórter Adriana Dias Lopes na sala 215 do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, enquanto passava pela primeira sessão de químio. O encontro durou cerca de uma hora. Nos primeiros dez minutos, o vice-presidente comeu dois hambúrgueres e tomou um copo de leite.. Alencar chorou duas vezes. Ao falar de seus pais e da humildade, a virtude que, segundo ele, a doença lhe ensinou.

Como o senhor está se sentindo?
Está tudo ótimo: pressão, temperatura, coração e memória. Tenho apetite, inclusive – só não como torresmo porque não me servem. O meu problema é o tumor. Tenho consciência de que o quadro é, no mínimo, dificílimo – para não dizer impossível, sob o ponto de vista médico. Mas, como para Deus nada é impossível, estou entregue em Suas mãos.
Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é incurável?
Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado. A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público – ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim. Um homem público com cargo eletivo não se pertence.
O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra, que estava empatado. E, agora, qual é o placar?
Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar.
Como a doença alterou a sua rotina?
Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a mudar nos últimos meses. Ando cansado. O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza, e a Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu. Sou atendido por eles no próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem drama nenhum.
O senhor não passa por momentos de angústia?
Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso.
O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?
A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política.
É penoso para o senhor praticar a humildade?
Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor.
Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte?
Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina".
O que significa isso?
Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir.
O senhor tem medo da morte?
Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente.
O senhor se deu conta da comoção nacional que tem provocado?
Não há fortuna no mundo capaz de retribuir o carinho dos brasileiros. Sou um privilegiado. Você não imagina a quantidade de manifestações afetuosas que tenho recebido. Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo do momento da morte.
O senhor se tornou mais devoto com a doença?
Sou de família católica, mas nunca fui de ir à missa. Nem agora faço isso. Quando a coisa aperta, rezo o pai-nosso. Ultimamente, tenho rezado umas duas, três vezes ao dia.
Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?
Abraçaria a Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim".

domingo, 4 de outubro de 2009

AMOR

Amo tudo
Até os inaltênticos, os que se exibem...
A poesia é pessoal,
Pois é através de mim que vejo o mundo;
Que sofro o mundo...

Mundo de sonhos que não se realizam;
Mundo de saudades do que não se fez;
Mundo de saudades do que não se faz!
Mundo de homens de olhares perdidos;

Que procuram em outro olhar se encontrar;
Mas quando ocorre o encontro,
Em vez de doação,
Há ânsia de exibição,
E em vez de dois que se unem,
Há dois que se exibem.

Em pólos opostos,
Em faixas díspares, não há fusão!

Se dois não se unem,
Não unem três,
Dissociam quatro,
Não há identidade nem compreensão;
Há gentes, mas tudo é vazio;
Distante, perdido, longínquo.

Onde há um sonho de tudo,
Homens sozinhos não realizam nada !

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

LEI DAS PALAVRAS


A Lei das Palavras é “a força poderosa capaz de transformar o futuro em realidade”. Aqueles que a usam são mudados para sempre. O estudo da Bíblia nos mostra que Deus criou todas as coisas através da palavra. Palavras criaram o mundo, e palavras criam o seu mundo. As palavras têm um alto custo. Só ao ser humano foi dado o privilégio da linguagem verbal, nenhum outro ser o possui. Isso nos torna criadores também, pois o Doador da vida nos deu esse poder.
Tudo o que você fala se torna realidade em sua vida, inclusive doenças e saúde.
Suas palavras determinam o tipo de vida que você conseguirá. “A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.” (Pv 18:21). Suas palavras definem como você será visto pelas pessoas nos lugares que você freqüenta. “Quem tem conhecimento é comedido no falar, e quem tem entendimento é de espírito sereno. Até o tolo passará por sábio, se ficar quieto, e, se contiver a língua, parecerá que possui discernimento.” (Pv 17:27,28).
As palavras aproximam as pessoas ou as afastam. Muitas guerras começaram por causa de palavras, e as negociações de paz sempre ocorreram quando homens se uniram para dialogar. As palavras são a ponte que leva ao seu futuro. Suas palavras revelam o verdadeiro coração que você possui “...porque a sua boca fala do que está cheio o coração” (Lc 6:45). Suas palavras significam muito e suas conversas têm importância. “Mas eu lhes digo que, vós haveis de dar conta de toda palavra inútil que tiverem falado. Pois, por suas palavras sereis justificados, e por suas palavras sereis condenados.” (Mt 12:36,37). Suas palavras determinam o ambiente onde você vive e o seu nível de paz. “Os lábios do tolo entram em contendas, e a sua boca clama por açoites. A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma.” (Pv 18:6,7).
Como a maioria das pessoas usa mal esse poder! Como causam infelicidade a si próprias e àqueles que vivem ao seu redor! É comum ouvirmos pais e mães usando essa lei de forma inadequada e construindo infelicidade para seus filhos. Eis alguns exemplos: “Você nunca será nada na vida”; “Você é muito fraco”; “Somos pobres, filho, esqueça esse sonho, pois ele está fora do seu alcance”; “Você sempre foi assim, é a sua natureza, filha, e não adianta lutar contra isso”; “A vida é assim, não adianta insistir, uns ganham e outros perdem”; “Nossa família é feita de perdedores”; “Isso não é para gente como nós, filho, esqueça”. Se a criança ou o jovem ouvir isso e acreditar, na fase adulta passará a repetir isso sobre si mesmo e para si mesmo e, anos depois, repetirá essas palavras para os próprios filhos, estendendo um ciclo de fracasso que durará por séculos.
Em todos os lugares onde você for, vai ouvir pessoas construindo destinos infelizes para si mesmas, potencializando suas limitações e bloqueios, e, ao mesmo tempo, minimizando sua capacidade de crescimento interior. Vejamos alguns exemplos: “Eu sou esquecido, minha memória é péssima”; “Sou assim, nada posso fazer”; “Isso é muito difícil de conseguir, eu não posso”; “Não sei, acho que não dá”; “Isso não é possível, é inalcançável”; “Eu não tenho talento, jamais conseguirei isso”; “Cada um nasce para uma coisa”; “Vender não é o meu forte”; “A situação do país está crítica”; “O dinheiro sumiu do mercado”; “Muitas empresas vão quebrar este ano”; “Sabe qual é o meu problema?”; “Eu estou com uma dificuldade”.
Mude seu vocabulário, já! Comece a traçar hoje uma nova rota para sua vida e para a vida das pessoas que você ama. Altere suas frases, crie um vocabulário mental que faça VOCÊ CRESCER INTERIORMENTE, que aumente sua SABEDORIA e seu nível de PAZ INTERIOR.
Pare de revelar suas fraquezas e concentre-se nas suas fortalezas, pare de mencionar suas limitações para todos e fale dos seus pontos fortes. Ao invés de viver falando sobre o que você teme, fale do que deixa você forte, seguro. Deixe de mencionar o que lhe irrita e troque pelo que lhe deixa sereno, em paz.
Troque as palavras e frases enfraquecedoras por outras que sejam FORTALECEDORAS (no final deste artigo relacionamos uma pequena lista de palavras e frases que operarão maravilhas em sua vida, se você as usar).
Lembre-se que grandes milagres começam com uma conversa. Seu futuro será decidido pelo que você tem disposição para mudar. Use suas palavras para criar o trabalho que você almeja, a vida que deseja, o relacionamento amoroso que busca, o salário que lhe fará feliz. Use suas palavras para mudar a vida das pessoas para melhor, construir pontes entre as pessoas, produzir riquezas emocionais em seu coração, abrilhantar seu raciocínio e aumentar sua Sabedoria.
Na língua portuguesa existe a palavra BENDIZER (do latim BENEDICERE), que significa “falar bem, abençoar, colocar bênçãos sobre”. Fale bem do seu emprego, do seu líder, do seu carro, do seu cônjuge, dos seus filhos, da sua rua, da sua cidade, dos seus amigos, da sua empresa. Fale bem das pessoas, das coisas, do clima.
Comece hoje a planejar o seu futuro, pois é lá que você vai viver por muito tempo. Faça isso agora, senão ele não estará à sua espera quando você chegar lá.
Seu Futuro lhe espera, e ele é de Vitórias, não de derrotas.

“A Sabedoria é a Chave Mestra para todos os tesouros da vida.” (Mike Murdock)